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"Nervoso" na primeira coletiva, João Pedro não sente a 10 do Figueirense

10/03/2017

Sentando em uma cadeira, de frente para jornalistas. A primeira vez de João Pedro em entrevista coletiva foi mais complicada do que a própria estreia nos profissionais do Figueirense, ainda no ano passado. Nesta terça-feira, o meia encarou a imprensa e admitiu: no campo, com chuteiras, é muito mais fácil.

- Acho que fiquei mais nervoso na primeira coletiva. Meu negócio é jogar bola mesmo, estar dentro de campo, não sou muito de falar, sou uma pessoa mais tímida. Fiquei nervoso, sim - admitiu o jovem de 20 anos.

João Pedro tem recebido uma sequência como titular do Figueirense nesse início de trajetória profissional. Além da responsabilidade de ser o homem da criação, a camisa 10 está às costas do meia. Nada que incomode, mas que traz a necessidade de sempre buscar a evolução.

- É uma responsabilidade muito grande, muitos jogadores importantes usaram a 10 do Figueirense, um deles foi o Fernandes, um ídolo. Eu quero poder usufruir dessa camisa da melhor forma possível, dar meu máximo, seguir bons exemplos que o clube teve, como o Firmino, Filipe Luís, Felipe Santana, André Santos. Quero trabalhar sempre o meu máximo para seguir o caminho.

Adaptado aos profissionais, João afirma que a trajetória no grupo principal deu-se como um relâmpago. E o jovem ainda faz o alerta: há outros talentos nas categorias de base alvinegra que podem trazer retorno no futuro.

- Creio que estou amadurecendo bastante, as coisas estão acontecendo naturalmente. Estou indo para o quarto mês de profissional, é tudo muito rápido, é estranho, mas estou me adaptando. Todos no clube dão respaldo, a comissão, jogadores, agora é jogar com alegria e fazer o que sei de melhor. A categoria de base do Figueirense é uma mina de ouro, vejo jogadores com um futuro brilhante. É um momento maravilhoso para mim e tenho que me doar sempre, procurar evoluir. É gratificante estar aqui.